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05/09/2011
Alergia a corantes - Bom senso na hora de escolher o que comer ainda é a melhor solução. Muitos desses corantes são causadores de doenças e deveriam ser ingeridos apenas em baixas doses
Corantes artificiais são substâncias químicas presentes em alimentos e medicamentos e que podem causar alergias e outras reações adversas. Apesar de existirem há muito tempo e serem importantes para melhorar o aspecto e o aroma de alimentos e medicamentos, atualmente já se sabe que eles podem não ser totalmente inócuos e ser responsáveis por certos problemas decorrentes de sua ingestão. Por isso, certos corantes já foram banidos de vários países. Infelizmente, ainda não existe aqui no Brasil legislação que exija que se coloque de forma clara na bula de medicamentos e nos ingredientes de alimentos todos os corantes sintéticos utilizados, porque vários deles ainda são considerados “inertes”. A exceção é o corante tartrazina, que a Anvisa obriga a ser discriminada. Alguns efeitos colaterais são dependentes da dose e, como geralmente esta é diminuta, não acontecem na maioria das vezes. Entretanto, para certas alergias, mesmo quantidades mínimas podem ocasionar reações.

A seguir, descrevemos os principais corantes e suas siglas:
1- Amarelo crepúsculo (D&C yellow 6): Pode ocasionar urticária, anafilaxia, vasculite e púrpura. Pode dar reação cruzada com paracetamol, ácido acetil salicílico, benzoato de sódio (que é um conservante) e outros corantes (como tartrazina). Reação cruzada é quando o organismo se sensibiliza por uma substância e reage com outra que é parecida com a primeira, ou seja, o organismo não discrimina duas substâncias que têm um componente parecido. Esse corante – quando associado à ácido benzóico – pode ser responsável por hiperreatividade em crianças. Esse corante foi banido da Finlândia e Noruega.

2- Amarelo quinolina (FD&C yellow 10) – suspeito de causar hiperreatividade em crianças quando associado ao ácido benzóico.

3- Tartrazina (FD&C yellow 5) – pode provocar asma, rinite, broncoespasmo, náusea, vasculite, urticária, eczema, dor de cabeça, aumento de eosinófilos (células relacionadas à alergia) no sangue, alteração no funcionamento de plaquetas (uma das responsáveis pela coagulação sanguínea). Também pode dar insônia, hiperreatividade em crianças (quando associada ao ácido benzóico) e dificuldade de concentração.

4- Azul brilhante: quando associado a outros corantes pode potencializar broncoespasmo. Proibido seu uso em vários países da Europa.

5- Vermelho 40 - Hiperreatividade em crianças (quando associada ao ácido benzóico). Proibido seu uso em vários países da Europa.

6- Vermelho Ponceau 4R - Hiperreatividade em crianças (quando associada ao ácido benzóico). Também pode ocasionar anemia. Proibido nos EUA e Finlândia.

7- Vermelho eritrosina – Causa câncer de tireóide em ratos, mas não há comprovação deste problema em humanos. Proibido nos EUA e Noruega.

8- Vermelho Boudeaux: pode dar asma e eczema. Proibido nos EUA, Áustria, Noruega e Rússia.

Bom senso na hora de escolher o que comer ainda é a melhor solução. Muitos desses corantes são causadores de doenças e deveriam ser ingeridos apenas em baixas doses. Entretanto, o que se vê em algumas famílias é que alimentos artificiais – que deveriam ser permitidos apenas em ocasiões especiais – foram incorporados à rotina do dia-a-dia. Quanto a medicamentos, a melhor conduta é não se auto-medicar e principalmente para portadores de asma e rinosinusite crônica, avisar o(a) médico(a) desses problemas, alertando-o(a) para evitar prescrever remédios que contenham corantes.

Fonte: Clínica Dra. Elaine

 

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